Compacto da animação da casa no formato Pay per View, ou seja, provavelmente muita coisa que você vai ver você não viu na globo. Em breve um ligeiro compacto sobre as conversas na casa.
Quando a encontramos pela última vez, a agente do FBI Gracie Hart tinha acabado de salvar o concurso Miss USA, embonecada para parecer uma candidata viável, fez muitos novos amigos e atraiu o afeto do colega agente Eric Matthews. “Miss Simpatia”, com Sandra Bullock estrelando no papel de Gracie, faturou cerca de US$ 106 milhões nas bilheterias apenas nos EUA.
Com cerca de dez minutos da seqüência, “Miss Simpatia 2 - Armada e Perigosa”, que estreou nesta quinta-feira (17/03) nos Estados Unidos, a nova celebridade de Gracie a obriga a abandonar seu trabalho como agente secreta.
Benjamin Bratt, Michael Caine e Candice Bergen –que participaram da primeira versão– estão ausentes da seqüência, mas Heather Burns, Ernie Hudson e William Shatner continuam.
Bullock –”Sandy” para o elenco e equipe do filme– está usando um casaco pesado sobre jeans. Folheando uma brochura em um hotel elegante de Beverly Hills, a nativa de Washington (DC), hoje com 40 anos, murmura: “É bom saber onde você pode comprar relógios Christian Dior, se desejar. Eu não desejo. Mas tudo bem, vou guardar isto”.
Nos bastidores, Sandra Bullock foi produtora-executiva de “The George Lopez Show” desde o inÃcio, fazendo ocasionalmente uma aparição como convidada. Ela doou recentemente US$ 1 milhão para o socorro à s vÃtimas do tsunami. Quando se fala em filantropia, ela simplesmente diz: “Eu podia”.
“Eu adoro o trabalho”, ela diz. “O resto não sei muito bem como lidar, e não faço bem. Eu não faço as coisas que dariam uma boa celebridade. Fico irritada quando as faço. Eu penso: ‘Isso não tem a ver com o trabalho’. Mas preciso lembrar que tem a ver com o trabalho. Eu o estou promovendo, mas não sinto que vou contribuir promovendo uma coisa que não tem a ver com o trabalho.”
“É o meu trabalho. Faço o que um produtor faz”, retruca Bullock sobre um trabalho cujos deveres ela adora: selecionar, delegar, ficar obcecada sobre canções que não se encaixam bem ou o som que poderia ser mais engraçado.
“Três semanas atrás estávamos na dublagem final, tentando acertar a música, e chegamos ao último trecho deitados no chão”, ela diz. “Eu gosto desse processo do drama e como o destrinchamos.”
A questão do aborto pode se revelar a mais emotiva para senadores e ativistas quando iniciarem-se as audiências de confirmação de John Roberts para a Suprema Corte, no final do verão norte-americano. Entretanto, estatisticamente, o aborto está se tornando um fator menor para as mulheres americanas.
Ativistas dos dois lados da luta dizem que os americanos que defendem o direito de escolha têm sido menos apaixonados sobre suas crenças nos últimos anos do que o movimento pró-vida — em parte porque as mulheres que atualmente estão no auge da fertilidade nasceram depois de Roe. Algumas talvez considerem o aborto um direito garantido. Outras podem ser influenciadas por suas mães, irmãs ou amigas que tiveram experiências negativas com ou arrependimentos em relação ao aborto.
Durante os anos, os conservadores religiosos que acreditam que a vida começa com a concepção procuraram juizes que enfraquecessem a decisão da Suprema Corte. Apesar de Roberts não ter revelado nada de concreto, alguns têm esperanças de que fará a corte tender nesta direção.
Enquanto isso, dados divulgados no mês passado pelo Instituto Alan Guttmacher, que apóia o direito ao aborto, dizem que menos de 21 em cada 1.000 mulheres entre 15 e 44 anos fizeram aborto em 2002, o ano mais recente com dados disponÃveis. Isso se compara com um Ãndice de mais de 29 por 1.000 no auge do aborto nos EUA, em 1980 e 1981. Se a tendência continuar, o aborto em breve poderá cair para seu Ãndice de 1974, de 19 em cada 1.000 mulheres em idade reprodutiva.
O declÃnio geral do Ãndice de aborto, entretanto, obscurece uma dicotomia socioeconômica que poderia ser politicamente informativa, neste momento em que os democratas avaliam a pressão que devem exercer sobre Roberts e suas opiniões.
Os defensores de Roberts o estão aconselhando a não revelar mais detalhes nas audiências, que começarão em torno do dia do Trabalhador. “Conversamos sobre a questão do aborto”, disse o senador republicano Lindsey Graham, advogado que discutiu com Roberts as audiências. “Ele disse que há dois lados em torno do raciocÃnio jurÃdico de Roe contra Wade”, disse Graham, “e explicou como cada um via a decisão, mas foi determinado ao dizer que não seria apropriado, como candidato (à vaga da Suprema Corte), comentar como decidiria qualquer questão particular no futuro.”